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Aproximação lenta a 40 nós e pouso do F-35B STOVL BF-1

O vídeo acima foi feito no dia 10 de março, quando o piloto Graham Tomlinson levou o F-35B Lightning II num voo a 40 nós (74km/h) sobre a Estação Aérea Naval de  Patuxent River e depois para um pouso a 75 nós (138,9km/h).  O voo foi um dos últimos preparativos para o primeiro pouso vertical da aeronave.

O F-35B tem, logo atrás do cockpit, um “fan” ligado ao sistema propulsor (ver imagem abaixo), capaz de produzir mais de 18.600 Kg de empuxo, possibilitando ao caça voar de zero a Mach 1.6. O F-35B STOVL será usado pelo U.S. Marine Corps, Royal Air Force, Royal Navy e Marinha Italiana.

O calor excessivo (926 graus Celsius) produzido pela turbina do F-35B e a velocidade do jato de exaustão (Mach 1) é motivo de preocupação da US Navy, que já publicou um guia de planejamento visando preparar as bases e navios que vão operar a aeronave. Plataformas especiais de concreto armado serão construídas para os pousos, pois o calor pode derreter pavimentos de asfalto. Outros materiais também estão sendo estudados para a fabricação das plataformas.

f35-cutaway

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Custos do F-35 subiram 50%

F-35 e F-16

O programa do avião de combate JSF F-35 Lightning II vai violar os limites da lei Nunn-McCurdy em mais de 50% nos custos da linha base original de 2001, segundo um avaliador do programa do Pentágono.

Christine Fox, diretora do escritório de Avaliação de Programas e Custos do Departamento de Defesa (DoD), disse aos legisladores hoje que a declaração formal de não-cumprimento ocorrerá no dia 1 de abril. Ela informou também que o Pentágono tem conhecimento desse fato desde outubro de 2009, um mês antes do que havia sido relatado previamente.

As mais recentes estimativas do DoD prevêem que cada um dos jatos custará entre US$ 80 milhões e US$ 95 milhões, em dólares de 2002. Ou US$ 95 milhões e US$ 113 milhões em dólares de 2009, respectivamente.

Em 2001, o Departamento de Defesa dizia que o custo do Joint Strike Fighter seria de US$50,2 milhões dólares para cada um dos 2.852 jatos previstos para compra. O Pentágono atualizou a estimativa para US$ 69,2 milhões em 2007, para uma compra planejada de 2.443 jatos.

F-35 BF-02

O Pentágono espera agora ter uma estimativa final sobre os custos das aeronaves no início de junho, quando termina o pacote de certificação Nunn-McCurdy, disse Christine Fox à comissão de Serviços Armados do Senado, durante uma audiência.

Fox comparou o F-35 aos programas de outras aeronaves “valiosas para o DoD”, como o C-17 e o F-22. Segundo ela, o F-22 “repetidamente falhou em atingir as metas de performance, cronograma e custos no programa de desenvolvimento” e mesmo assim a Lockheed Martin produziu uma aeronave capaz.

Ashton Carter, subsecretário de Defesa para a aquisição, tecnologia e logística, disse na audiência que as datas para a Initial Operational Capability (IOC), da Força Aérea e Marinha para o F-35 foram transferidas para 2016, ou seja, com atraso de três e dois anos, respectivamente. Para o USMC, a data permanece em 2012. A aeronave dos Marines irá utilizar o software Block 2, enquanto as da Marinha e a Força Aérea vão utilizar a versão Block 3.

Carter disse que o secretário da Força Aérea Michael Donley informará o Congresso sobre a violação da lei Nunn-McCurdy dentro de poucos dias.

F-35 REVO

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    Força Aérea Indiana compra 12 helicópteros AW101 por €560 milhões

    AW 101 Índia

    A AgustaWestland, empresa do grupo Finmeccanica, anunciou o fechamento de um contrato assinado com o Governo da Índia para a aquisição de 12 helicópteros AW101 para missões de transporte de autoridades.

    O contrato de €560 milhões, inclui cinco anos de apoio logístico e treinamento das tripulações e equipes de manutenção.

    Segundo a AgustaWestland, mais de 180 aeronaves AW101 foram encomendadas e as que operam já atingiram quase 200.000h de voo na Itália, Reino Unido, Portugal, Japão e Canadá.

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    Gripens da África do Sul vão voar menos

    Gripen SAAF

    O jornal sul-africano News 24 disse que as verbas militares para o país são absolutamente insuficientes e que os Gripen ficarão no chão por falta de fundos.

    Segundo o jornal, o plano estratégico do governo da África do Sul para os próximos 3 anos prevê 550 horas de voo para os Gripen este ano, reduzidas para apenas 250h em 2011 e 2012. As horas de voo maiores este ano são para voos de segurança por causa da Copa do Mundo.

    A Força Aérea da África do Sul (SAAF) tem 11 Gripens já entregues, de um total de 26 encomendados, sendo 9 JAS-39D e o restante do modelo C.

    Segundo um especialista sul-africano, a OTAN requer 240horas de voo por piloto por ano (em média, 20 por mês) para mantê-los plenamente operacionais e a SAAF só terá dois pilotos capazes de atingir essa meta.

    O problema da falta de recursos também deverá afetar outras forças, como a marinha. Segundo a reportagem, no total, a marinha terá 10.000 horas de mar disponíveis em 2011-2012 e 9.000 horas por ano em 2012 e 2013. Dividindo-se essas horas por apenas oito embarcações, incluindo as modernas fragatas e submarinos da Marinha da África do Sul, seriam 55 dias de mar para 299 dias de porto. Incluindo mais navios, esse número poderia chegar a apenas 23 dias de mar.

    NOTA (fotográfica) DO BLOG: se não dá pra deixar os Gripens da SAAF mais “voados”, o único consolo é deixá-los mais “rodados”… (fotos SAAF da chegada, por via rodoviária, dos primeiros exemplares monopostos transportados da Suécia à África do Sul por via marítima, no mês passado)

    Gripen C entrega - foto SAAF

    Gripen C entrega - foto 2 SAAF

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    ‘Rise of Flight’, simulador de voo da I Guerra Mundial

    Download do DEMO gratuito aqui.

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    Egito de olho no JF-17

    De acordo com o Jane’s Defence Weekly, o Egito estaria em conversações com o Paquistão para co-produzir o caça sino-paquistanês JF-17.

    Mesmo com a compra recente de caças F-16C/D adicionais, o Egito estaria interessado em produzir localmente pelo menos 48 JF-17s.

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    Voa o primeiro C-130J do Canadá

    C130 J Canadá - primeiro voo

    Na foto divulgada pela Lockheed Martin na última quinta-feira, 4 de março, o primeiro de dezessete C-130J Super Hercules encomendados pelo Canadá realiza seu primeiro voo, no dia anterior. Segundo a empresa, essa aeronave deverá ser entregue no meio deste ano, e o restante da encomenda será completada em 2012. Até o momento, 12 nações (incluindo o Canadá), encomendaram o C-130J.

    FONTE / FOTO: Lockheed Martin

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    Turquia recebe primeiro F-4E Phantom modernizado pela Aselsan

    F-4E Turquia

    A Força Aérea da Turquia recebeu seu primeiro de 16 McDonnell Douglas F-4E Phantoms modernizados pela Aselsan, como parte do contrato de US$ 24 milhões.

    Chamado de Simsek (Relâmpago), o projeto visa equipar os jatos com novos aviônicos, sistemas de navegação digital e de comunicações digitais seguras, mais a substituição do software de voo e a melhora no equipamento de planejamento de missão.

    A renovação estrutural das aeronaves está sendo conduzida pelo primeiro centro de suprimentos e manutenção da Força Aérea em Eskisehir.

    A Força Aérea da Turquia espera manter 18 RF-4Es e 16 F-4Es em condições de voo até 2016/2017, quando se espera a entrada em serviço de seus F-35.

    A Turquia selecionou em 1994 a Israel Aerospace Industries para modernizar 54 aeronaves F-4E 2020 Terminators, que começaram a ser entregues no ano 2000. A Turquia teria ainda 161 aeronaves F/RF-4Es em seu inventário.

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    Armée de l´air e seus Mirage 2000 na Córsega

    serpentex 2010 - foto 1 Armee de lair

    Entre os dias 21 de fevereiro e 5 de março, realizou-se o exercício Serpentex 2010 na ilha da Córsega, no Mediterrâneo. A partir daBase Aérea 126 de Veintiseri-Solenzara,  o Armée de l´air (Força Aérea Francesa) operou com aviões de combate Mirage 2000 de várias versões: oito 2000 D, quatro Mirage 2000 N e três Mirage 2000 C. Também participaram do exercício internacional, que reuniu 350 militares franceses, norte-americanos, belgas e britânicos, um avião de transporte C160 Transall e um helicóptero Super Puma.

    Esse tipo de exercício, realizado mais de uma vez por ano, tem como objetivo preparar forças aéreas e terrestres para operações no Afeganistão, em relevo montanhoso que simula as condições afegãs em missões de apoio aéreo aproximado. Para isso, exercita-se a integração das forças em um ambiente de comunicações em inglês, a formação de controladores aéreos avançados (Forward Air Controlers) e o emprego de armas.

    serpentex 2010 - foto 2 Armee de lair

    serpentex 2010 - foto 3 Armee de lair

    serpentex 2010 - foto 4 Armee de lair

    FONTE / FOTOS: Armée de l´air

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    Brasil pesquisa propulsão líquida para foguetes

    VLS - foto IAE - FAB

    vinheta-clippingO Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) pretende dominar o ciclo completo do desenvolvimento dos motores impulsionados por propelente líquido, uma tecnologia que ainda não está disponível no mercado espacial brasileiro. Os trabalhos foram iniciados na década de 90, com a finalidade de dar autonomia e independência ao país nessa área tecnológica.

    “Não é uma tecnologia encontrada na prateleira do mercado, por isso optamos por dominar o ciclo completo de desenvolvimento dos Motores Foguetes a Propelente Líquido (MFPL) e repassá-lo para a indústria nacional”, afirma o coordenador dos trabalhos no IAE, Capitão Marco Fabius de Carvalho Torres, engenheiro formado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

    A meta do grupo pioneiro no Brasil, formado por cerca de dez engenheiros e técnicos, é possibilitar o aprimoramento de uma indústria brasileira no setor, especificamente para a produção de motores foguetes. A propulsão sólida já garantiu o início da era espacial no Brasil, graças aos trabalhos realizados há mais de 40 anos, tornando o IAE capaz de produzir e lançar foguetes para fins científicos, como os veículos lançadores e os foguetes de sondagem.

    Empregando uma tecnologia de fabricação e integração mais simples, porém mais confiável, os motores a propelentes sólidos possuem menor desempenho em relação aos Motores Foguetes a Propelente Líquido (MFPL). O desafio agora é impulsionar os foguetes com propelente líquido, sucessores naturais para equipar lançadores de satélites, demonstrados por países que hoje detêm essa capacidade com alta confiabilidade, como a Rússia e os Estados Unidos.

    A utilização dessa tecnologia nas futuras gerações de veículos tem por objetivo elevar significativamente o desempenho do foguete e a precisão de inserção de satélites. Isso, entretanto, dependerá da atuação efetiva do Brasil no setor, nas parcerias realizadas com instituições de países detentores do conhecimento e na formação de uma mão de obra de elevada especialização. Dentro desse contexto de desenvolvimento, o primeiro foguete da família do Programa Cruzeiro do Sul (VLS Alfa), planejado pelo IAE como sucessor do VLS-1, é constituído por propulsores sólidos no primeiro e segundo estágios, idênticos ao do atual veículo lançador, e um terceiro estágio com propulsor a propelente líquido, que substituiria com vantagem o terceiro e quarto estágios sólidos, atualmente usados pelo VLS-1.

    Os primeiros passos para esse fim são recentes, efetuados há 15 anos pelo IAE por meio da formação dos recursos humanos em cursos de especialização na Rússia e, mais recentemente, no programa de Mestrado Profissional em Engenharia Aeroespacial (MPEA), no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos.

    O curso é ministrado em parceria com o Moscow Aviation Institute (MAI), uma das mais renomadas instituições de ensino da Rússia no setor aeroespacial, com o apoio da Fundação Casimiro Montenegro Filho (FCMF). Desde 1996, 40 especialistas já concluíram o curso e mais 40 devem participar do programa nos próximos três anos.

    Outras ações, buscando aproveitar o grupo de pesquisadores especializados na nova tecnologia nacional, foram postas em andamento e já mostram seus resultados. O IAE montou bancos de testes, para o ensaio de motores e de componentes, na mais nova divisão do instituto, criada em 2007 com a missão de conduzir o desenvolvimento das tecnologias de propulsão espacial para os atuais e futuros veículos espaciais.

    Atualmente encontra-se em operação na Divisão de Propulsão Espacial (APE) um banco com capacidade de testes de motores até 20 kN e, em fase de especificação, bancos com capacidade de ensaios de motores até 400 kN. “A tecnologia de fabricação de MFPL está sendo desenvolvida em três projetos: L5, L15 e L75″, explica Carvalho. “Todos os projetos, a formação dos recursos humanos e as instalações de testes, até o presente momento, totalizam investimentos na ordem 15 milhões de reais”.

    O MFPL L5, projetado inicialmente para substituir o atual propulsor de quarto estágio do VLS-1, a propelente sólido, em um veículo “hipotético” denominado VLS-L4, continuará servindo para a capacitação técnica dos engenheiros e técnicos. Ele foi o primeiro motor desenvolvido em 2003, no IAE, utilizando propelente líquido.

    Este motor foi projetado para gerar 5 kN de empuxo no vácuo e funcionar com sistema de alimentação por tanques pressurizados, utilizando querosene e oxigênio líquido como propelentes. “Inicialmente este motor foi testado com álcool como combustível, por apresentar benefícios em relação à segurança de operação”, comenta o capitão.

    O trabalho da APE também leva em consideração o emprego de propelentes não agressivos ao meio ambiente, ou que apresentem baixo grau de toxicidade. É o caso do MFPL L15, um motor projetado para operar com álcool etílico e oxigênio líquido.

    O motor foguete L15 tem como especificação funcional gerar empuxo de 15kN ao nível do mar para aplicação no foguete de sondagem VS-15, também utilizando tanques pressurizados como sistema de alimentação. Em 2008, foram realizados ensaios a frio e o primeiro ensaio do modelo de desenvolvimento, criado em parceria entre o IAE e a empresta Orbital Engenharia, com recursos orçamentários da FINEP, Orbital e AEB.

    O motor L75, que está em sua fase de projeto preliminar, operará com querosene e oxigênio líquido e terá um sistema de alimentação por turbobomba, em vez de tanques pressurizados. Essa turbobomba representará um salto tecnológico devido à complexidade de operar com rotação acima de 30.000 RPM, além de estar submetida a gradientes de temperatura da ordem de 1000 K.

    “É um projeto desafiador e diferente dos demais do ponto de vista tecnológico. Ele abre portas para que a indústria nacional participe como parceira e fornecedora do setor espacial brasileiro. É este o nosso anseio”, comenta Marco Fabius.Motor foguete - foto IAE - FAB

    O IAE planeja lançar o primeiro foguete entre 2013 e 2015, o que representará o domínio do ciclo completo dessa tecnologia para projetar, fabricar, testar e operar motores-foguete a propulsão líquida. O objetivo da instituição é compartilhar o conhecimento com a indústria, gerando novos negócios na cadeia produtiva. “O IAE não tem a missão de produzir esses equipamentos em série. Essa função será repassada à indústria brasileira, que já está envolvida no programa”, comenta.

    Não há dúvidas de que o domínio da tecnologia de sistemas propulsivos na área espacial foi e sempre será um dos requisitos para o domínio da tecnologia de foguetes. A meta a ser seguida é a transferência gradual dos conhecimentos para a indústria até a completa independência para a consolidação de uma nova realidade, a do desenvolvimento de uma nova geração de foguetes no país.

    FONTE / FOTOS: IAE, via FAB

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    Tucanos começam a ser espetados

    tucano_espetado1-foto-PA-Poggio

    vinheta-exclusivoA cidade de Pirassununga (estado de São Paulo), sede da Academia da Força Aérea, ganhará mais uma novidade em breve. Trata-se de uma aeronave  T-27 (EMB-312) Tucano que ficará exposta em caráter permanente. A aeronave, representada com a matrícula FAB-1374, pode ser vista a partir da Rodovia Anhaguera (sentido interior) no acesso para o terminal rodoviário da cidade (Avenida Padre Antônio Vaness).

    Para quem não conhece a região e gostaria de saber o local, é só digitar as seguintes coordenadas geográficas no programa Google Earth: N 21 59′ 55.13” e W 47 26′ 41.53”.

    A cidade já conta com outros aviões em locais públicos como um T-6 e um T-25. Até onde se sabe, este será o primeiro Tucano a ser ‘espetado’. O local ainda está em obras (ver fotos) e será inaugurado em breve.

    tucano_espetado2-foto-PA-Poggio

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    F-35: liberado o motor da versão embarcada ‘convencional’

    F135 teste - foto P&W

    Após mais de 13.000 horas de teste, motor F135 para variante naval de pouso e decolagem convencionais em navios-aeródromo (catapulta e gancho de parada) recebeu liberação para serviço inicial

    Na última sexta-feira, 5 de março, a Pratt & Whitney informou que obteve a Initial Service Release (ISR) para a variante de emprego em navios-aeródromo convencionais (carrier variant) F-35C. Segundo a empresa, isso significa que o motor  F135 CTOL/CV, que acumulou mais de 13.000 horas de teste, cumpriu todos os requisitos necessários e provou sua segurança, confiabilidade e desempenho para uso “em campo”. Foram entregues 17 motores para a campanha de testes, assim como o primeiro exemplar de produção.

    Com a liberação, o motor foi certificado para a produção inicial em baixa cadência (Low Rate Initial Production) e operações. Espera-se também que a versão final para decolagem curta e pouso vertical (STOVL -  short take off and vertical landing) para testes seja entregue em breve. Vale lembrar que o motor F135 é uma derivação de tecnologias comprovadas no que é considerado o único motor operacional de aeronaves de quinta geração, o Pratt & Whitney F119 que equipa o caça F-22.

    F135 - foto P&W

    FONTE / FOTOS: Pratt & Whitney

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